Category: vegan lifestyle

  • 5 produtos de limpeza e higiene vegan e sustentáveis

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    Na sequência de um dos últimos artigos que publiquei no blog “15 coisas que aprendi com o estilo de vida vegan”, trago hoje um tópico fora da alimentação, mas que considero ser bastante útil para quem procura soluções cruelty free, amigas do ambiente e económicas noutras áreas da sua vida.

    No dia-a-dia todas as minhas escolhas têm como premissa evitar a crueldade animal. Para além disto, preocupa-me o impacto dos produtos que utilizo no meio-ambiente a na saúde.

     

    Vegan e cruelty-free

    Existem vários produtos do nosso quotidiano que contém na sua composição ingredientes de origem animal e/ou foram testados em animais.

    Quando preciso de comprar algum produto procuro que este cumpra com os seguintes critérios: não ter ingredientes de origem animal e não ser testado em animais. Dito por outras palavras, que seja vegan e cruelty free. Pode acontecer que esta informação não venha mencionada e nesse caso contacto a marca. Na dúvida, opto por outro produto. A verdade é que já existem inúmeras opções de produtos vegan e cruelty-free no mercado o que facilita imenso a nossa escolha. O mercado vegan tem vindo a crescer imenso nos últimos anos e hoje é já possível ter acesso a produtos sem crueldade e com preços competitivos. É claro que tudo depende das nossas escolhas! O que me leva ao tópico seguinte.

     

    Produtos mais ecológicos e económicos

    Com as escolhas certas, é possível encontrar opções de cosmética, higiene pessoal e até limpeza da casa mais sustentáveis e muito económicas. Partindo da premissa menos é mais, é possível reduzir os nossos armários lá de casa a alguns produtos que sejam versáteis e permitam diferentes utilizações. 

    De seguida destaco alguns dos produtos que utilizo no meu dia-a-dia:

     

    Nozes de saponária

    Utilizo com frequência as nozes de saponária como alternativa ao detergente da roupa. Com o líquido fervido destas nozes podem também fazer um detergente multiusos para utilizar na limpeza da casa, do carro ou até do vosso animal de estimação. Se borrifarem nas plantas, afastam também os insectos. Estas nozes são naturais, antialérgicas e uma opção muito mais sustentável do que a maioria dos detergentes convencionais. No entanto, alerto para o facto de não tirarem nódoas (pelo menos comigo ahah). Costumo comprar em caixas de cartão em supermercados biológicos.

     

    Vinagre 

    É um poderoso desinfetante e desengordurante multiusos para a limpeza da casa. Utilizo-o para lavar diariamente o chão, casas de banho, bancadas da cozinha e fogão. No entanto, para limpezas mais profundas e forno utilizo um desengordurante vegan que compro nos supermercados biológicos.

    Para além das suas características de limpeza, o vinagre serve também como alternativa ao amaciador da roupa (podem colocar umas gotinhas de óleo essencial se quiserem que fique com cheiro) e é um repelente natural de formigas. Na cozinha, podem também utilizá-lo para desinfetar os alimentos.

     

    Bicarbonato de sódio

    Quando aliado ao vinagre, ajuda a tirar nódoas/manchas ou a desentupir canos. É ótimo para retirar sujidade mais incrustada e funciona bem em praticamente todas as superfícies. Quando utilizo as nozes de saponária em roupa mais suja, junto também um pouco de bicarbonato para potenciar o efeito da lavagem. Compro o bicarbonato em sacos grandes numa drogaria.

     

    Sabonetes sólidos e de base vegetal

    Substituir os sabonetes líquidos/gel de duche/shampoos por sabonetes sólidos e de base vegetal é uma opção mais económica e amiga do ambiente. Já há vários anos que substituí os sabonetes líquidos cá de casa por sabonetes sólidos. Encontram com facilidade sabonetes vegan (sem glicerina de origem animal) no mercado, inclusive de marcas portuguesas como a Confiança. Confesso que ainda não me rendi ao shampoo sólido, pois não acho tão prática a sua utilização e ainda não encontrei um que reagisse bem no meu cabelo, mas conheço vários testemunhos de pessoas que usam e que adoram!  

     

    Sabão de Marselha

    Há muito tempo que utilizo este sabão para retirar as nódoas da roupa. Tenho o cuidado de optar por um que não contenha óleo de palma. Esfrego gentilmente um pouco do sabonete diretamente na roupa e de seguida lavo-a na máquina. Funciona na perfeição para a grande generalidade das nódoas e é uma opção mais natural e sustentável do que os tira-nódoas comuns.

     

    E vocês, o que costumam utilizar nas vossas casas? Deixem-me as vossas dicas (ou dúvidas) nos comentários! 

     

  • Resoluções de ano novo: vegan em 2019

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    Segundo vários meios de comunicação internacionais, o veganismo é uma das principais tendências de 2019. O nosso Planeta está a caminhar perigosamente para um ponto de ruptura e a redução drástica na produção e consumo de carne é inevitável. Fazer uma alimentação maioritariamente à base de plantas, local e sazonal, para além de saudável, é um passo gigante na redução da nossa pegada ecológica.

     

    Comecei uma alimentação e estilo de vida vegan em Janeiro de 2013. Passados estes anos, posso afirmar com certeza que esta foi das melhores “resoluções” com que alguma vez me comprometi.

     

    Para o inspirar a começar o ano a cultivar hábitos alimentares mais saudáveis, compassivos e amigos do ambiente, reuni alguns artigos informativos que tenho vindo a escrever para o Sapo nos últimos meses, para o ajudar a perceber melhor os conceitos desta alimentação e estilo de vida e, quem sabe, a dar uma oportunidade à cozinha vegan em 2019. 🙂

     

    Ler artigo completo aqui.

  • Chegou o primeiro Kit de iniciação à cozinha vegan

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    Hoje celebra-se o Dia mundial do Vegetarianismo e nada melhor do que assinalar este dia com uma novidade!!

     

    Há 11 anos que o Centro Vegetariano dinamiza a Semana Vegetariana, com o objetivo de promover e divulgar iniciativas no nosso país relacionadas com esta alimentação e estilo de vida. De 1 a 7 de Outubro, podem encontrar no site todos os parceiros que se associaram e ficar a par das suas iniciativas para esta semana.

     

    Este ano, a grande novidade da cozinha verde é o lançamento do Kit de iniciação à cozinha vegan!

     

    Desenvolvi este novo produto para A Cozinha Verde e fazia todo o sentido apresentá-lo ao Mundo nesta semana com tanto significado para mim e para este projeto. 

     

    Como o nome indica, este kit tem como objetivo dar-te a conhecer os saberes e sabores da cozinha vegan e possibilitar a transição para uma alimentação 100% vegetal. Com este kit terás a oportunidade de experimentar, no conforto de tua casa, o que come um vegetariano no dia-a-dia. Terás acesso a toda a informação necessária, receitas fáceis de pôr em prática e vales de desconto. 

     

    Composição do kit:

     

    Guia para começar – Livro A Cozinha Verde (autografado por mim), com muitas dicas e informações úteis para conheceres esta alimentação e estilo de vida + 60 receitas simples e deliciosas para pôr em prática (todas sem açúcares refinados e uma grande parte delas sem glúten). Sabe mais aqui.

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    Vegan em casa – Eco Vegan Box com 4 refeições exclusivas: 1 Super Pequeno-Almoço, 1 Almoço para levares para o trabalho/escola, 1 Lanche/Snack, 1 Jantar

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    Descontos em workshops – Dois vales de desconto de 10% num workshop de cozinha vegan à tua escolha (válido por 3 meses)

    Nota: podes utilizar um dos vales já no próximo workshop de cozinha vegan para principiantes, dia 7 de Outubro! 🙂

     

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    Preço de lançamento: 35€

     

    O kit deverá ser encomendado durante a semana vegetariana (de 1 a 7 de Outubro) de modo a usufruir do preço de lançamento. No entanto, as entregas poderão ser agendadas para uma data posterior. 

    O kit de iniciação será entregue na vossa morada, em dia e hora a combinar. Esta oferta é válida apenas para Lisboa.

    Para encomendar, contactar por e-mail ou telefone.

     

    Espero que gostem desta novidade! Partilhem este Kit de iniciação com aquele amigo ou familiar que sente curiosidade ou interesse em explorar mais este mundo da alimentação vegan e saudável! 🙂

     

    Esta semana, esperam-vos mais surpresas e novidades na Cozinha Verde! Fiquem a par de tudo na página de InstagramFacebook.

     

    Até já!

  • Bolo de bolacha vegan (provavelmente a receita menos saudável que já publiquei)

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    Introdução

    Este post começa com uma pequena história. Quando era miúda o bolo de bolacha era uma das minhas sobremesas preferidas. Mas não um bolo de bolacha qualquer, tinha de ser o da minha mãe. Cresci a vê-la fazer este bolo em casa, e adorava ajudar na sua preparação. Quando saí de casa, levei a receita comigo e esta foi das primeiras sobremesas que fiz sozinha. Tenho por isso um carinho especial por esta receita. 

     

    Esta introdução serve de ponte para o tema que vou abordar neste post: a consciência alimentar

     

    Consciência Alimentar 

    Através d’A Cozinha Verde, promovo e defendo a alimentação vegan saudável. O meu objetivo principal é mostrar que uma alimentação sem ingredientes de origem animal, desde que bem planeada, apresenta inúmeros benefícios para a nossa saúde e bem-estar. Não defendo o consumo de produtos de origem animal, de produtos demasiado processados e refinados, de gorduras trans e hidrogenadas e de açúcares refinados, por exemplo. Conheço os vários benefícios de uma alimentação 100% vegetal saudável e sei distinguir um bom de um mau produto ao olhar para a lista de ingredientes. De forma geral, interesso-me por temas relacionados com alimentação e nutrição, estou atenta aos novos estudos, às modas, às tendências e ao mercado. Apesar de não ser nenhuma expert na área, tenho sentido crítico e debruço-me muito sobre um tema até formar a minha opinião. 

    Posto isto, seria de esperar que na minha alimentação só entrassem ingredientes saudáveis, certo? Embora a maioria da minha ingestão calórica diária seja feita com alimentos saudáveis, por vezes sinto vontade de comer aquilo que sei que não me faz especialmente bem.

    Há uns dias fiz este bolo de bolacha e apeteceu-me imediatamente fotografá-lo de tão bonito que ficou. Já não me lembrava sequer da última vez que o tinha feito.

    Ainda levei uns minutos a pensar se deveria ou não partilhá-lo com vocês. Afinal, este blogue é de receitas saudáveis, o meu livro idem, e todo o meu trabalho anda de mãos dadas com a alimentação (vegan) saudável. 

    No entanto, decidi aproveitar este momento para partilhar esta pequena reflexão com vocês. Apesar da receita de hoje não representar aquilo que costumo divulgar, representa a minha realidade. E a realidade é que, tal como muitos de vocês, também eu saio fora do meu padrão alimentar normal em alguns momentos. Seja porque é “dia de festa” ou porque simplesmente me apetece, a verdade é que esses momentos acontecem. E não há nada de errado nisso. 

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    Podem ser vários os motivos que nos levam a comer alimentos não saudáveis. O desconhecimento, a preguiça, as emoções e as memórias são um bom exemplo. E foram as memórias que tenho ligadas a este bolo que despoletaram uma enorme vontade interior de o fazer. E quando isto acontece, permito-me comer sem culpas e sem julgamentos. A isto chamo de consciência alimentar. Termos o conhecimento suficiente para fazer escolhas conscientes. Saber sempre o que estamos a comer. Distinguir o ato de nutrir e alimentar da gula. Porque sim, a grande maioria de nós tem noção que o açúcar (entre outros) não alimenta ninguém. 🙂 O segredo está no equilibrio. 

     

     

    Bolo de bolacha vegan 

    Tempo de preparação: 30 minutos

    Faz 1 bolo miniatura (temos de controlar a gula, não é?:))

     

    Ingredientes

    1 pacote de “bolacha maria” vegan (usei integral)

    1 chavena (cup) de café quente

    100gr creme vegetal para barrar (sem óleos hidrogenados) 

    70gr açúcar amarelo

    Pepitas de cacau cru para o topping

     

    Preparação

    Bata o creme vegetal (à temperatura ambiente) com o açúcar amarelo, até formar um creme. 

    Prepare o café bem forte e adicione uma pequena parte (2 a 4 colheres de sopa) ao creme. Misture e reserve.

    Num prato, disponha uma camada de bolachas embebidas no café quente e espalhe uma porção de creme por cima. Repita o processo até terminar.

    Finalize com pepitas de cacau cru no topo do bolo e leve ao frigorífico até servir.

     

    Espero que tenham gostado desta partilha e que se deliciem com este bolo de bolacha! 🙂

     

    Até breve!

  • O que o meu bebé vegan (com 2 anos) come num dia

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    Há uns dias, nos stories do Instagram, respondi a algumas questões vossas em relação à alimentação vegan para bebés. Recebo com frequência mensagens de mamãs e papás com dúvidas sobre este tópico, e como mãe de um bebé vegan saudável, sinto-me bem em poder ajudar-vos e incentivar-vos a praticar uma alimentação 100% vegetal com os vossos filhos. Como uma das coisas que mais querem saber diz respeito às refeições diárias do Lourenço, e nem sempre consigo responder a todas as mensagens individualmente, decidi escrever um post com um exemplo de um dia inteiro de refeições do meu bebé.

     

    Antes de começar, quero frisar que o que vou partilhar com vocês é aquilo que funciona connosco e reflete apenas um dia de alimentação do meu filho. Toda e qualquer dúvida respeitante à saúde dos vossos bebés deverá ser esclarecida com um profissional de saúde competente e conhecedor da alimentação vegetariana.

     

    Introdução

    O Lourenço vai fazer dois anos em Outubro e faz uma alimentação vegan desde que nasceu. Quer isto dizer que não come carne, peixe, leite e derivados, ovos e mel. Podem ler mais sobre o motivo e sobre a alimentação dele aqui.

    É um bebé saudável e muito enérgico, e até hoje (felizmente) nunca esteve doente. Durante os seus primeiros 6 meses de vida foi amamentado em exclusivo, tendo iniciado a alimentação completar por essa altura. No entanto, nunca deixou de mamar durante todo o processo de introdução da nova alimentação. Por esse motivo estive sempre mais tranquila, porque sabia que o leite materno lhe continuava a fornecer todos os nutrientes que ele precisava. Assim, ele teve a oportunidade de descobrir todos os outros alimentos sem pressas e sem imposições da nossa parte. Sempre comeu o que quis (dentro daquilo que lhe oferecemos claro) e quando quis. 

    Tentamos fazer as refeições juntos, mas nem sempre é possível. Há dias que sim, outros que não. Por motivos de trabalho (nosso) faz algumas refeições semanais fora de casa e longe de nós, o que obriga a uma boa logística e organização para garantir que ele se está a alimentar bem.

    Como todo e qualquer bebé, também ele tem as suas fases. Por exemplo, durante as nossas férias, rejeitou por completo a sopa (e deitou por terra uma das minhas dicas para gerir refeições nas férias – ler mais sobre este tópico aqui). A única coisa que pedia e comia com vontade eram iogurtes (naturais de soja bio e sem açúcar) e algumas frutas (cerejas, banana e abacate). Nos primeiros dias fiquei receosa mas rapidamente percebi o motivo. Estavamos num sítio diferente, com uma rotina completamente diferente e com um calor abrasador, tanto de dia como de noite. Entretanto voltámos e ele está a regressar à sua normalidade. 

     

    Pequeno-almoço

    Nos últimos tempos, os seus pequenos-almoços variam essencialmente entre iogurtes vegetais, fruta e papas caseiras. Neste dia comeu uma papa caseira que tinha acabado de fazer, de aveia com pêra, tâmara e canela. Desde sempre que este miúdo só come as minhas papas, e faço-as sempre em 5 minutos no próprio dia. Já vos expliquei aqui a receita base que uso para as fazer. Reforcei esta papa com uma colher de chá de mix Ómega-3 da Iswari (podem usar o código cverde para 10% desconto na loja online), que contém sementes de chia e de linhaça moídas. Deixo de seguida a receita desta papa. Podem substituir os flocos de aveia por flocos de quinoa, trigo sarraceno, feijão azuki ou de ervilha. A pêra pode também ser trocada por qualquer outra fruta (preferencialmente madura) que tenham na fruteira.

     

    Nota: tenho o cuidado de incluir alimentos ricos em ómega-3 na dieta do Lourenço, como as oleaginosas (frutos secos e sementes) e os abacates. Adicionar uma colher de sementes ou frutos secos moídos nas papas é uma boa forma de garantir este aporte, para além de ficarem deliciosas. Tenham apenas o cuidado de juntar estes extras apenas no final da cozedura, depois de desligarem o lume, para que se mantenham mais ricos nutricionalmente.

     

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    Receita

    Papa de aveia com ómega-3

     

    Ingredientes

    4 colheres de sopa rasas de flocos de aveia 

    1 tâmara

    2 pêras maduras 

    1 colher de chá de canela

    1 colher de chá de mix ómega-3 (sementes de chia e de linhaça moídas)

    Água q.b.

     

    Preparação

    Coloque a aveia, a tâmara e a pêra (partidas em pedaços) num tacho. Cubra com água e coza em lume baixo, durante uns minutos. Desligue o lume, acrescente a canela e o mix ómega-3 e triture tudo com a varinha mágica. 

     

    Nota: ao contrário das papas de pacote, estas não precisam de ser consumidas no momento. Podem guardar no frigorífico para dar noutra altura, num período que aconselho que não ultrapasse as 24 horas.

     

    Almoço

    Neste dia almoçou sopa e prato principal. A sopa era um creme de legumes simples. Levava curgete, alho-francês, nabo, cenoura e abóbora Hokaido. Adiciono muitas vezes leguminosas ou cereais integrais às sopas, mas não foi o caso deste dia. Geralmente faço-o para ficar mais descansada quando ele não quer comer o principal por qualquer motivo. Desta forma garanto uma refeição mais completa.

    Faço a sopa para ele sempre sem sal e limito ao máximo a quantidade de sal nos alimentos que ele come. Não quer dizer que um dia por outro não possa comer uma sopa com sal adicionado, mas será sempre a exceção à regra. Também no caso do prato principal, se fizer exclusivamente para ele não adiciono sal.

     

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    O prato principal era quinoa cozida, tofu marinado (com limão, molho de soja, paprika, alho moído e pimenta-preta) e posteriormente salteado num fio de azeite, brócolos cozidos a vapor e tomate-cereja. 

    Do que vêm neste foto, embora ele goste de tudo, neste dia comeu a sopa, o tofu e os brócolos. Não tocou na quinoa e no tomate. 

     

     

    Lanche 

    O lanche da tarde foram três bolinhas energéticas feitas com amêndoa, tâmara, canela e polvilhadas com sementes de cânhamo descascadas. Ele adora barrinhas e energy balls e por isso esta é daquelas coisas que tenho sempre no frigorífico ou no congelador. São super saciantes e nutritivas.

    Partilho esta receita em breve no blog, mas podem espreitar estas bolinhas de aveia ou estas de caju e cenoura, igualmente saborosas. Ofereço este tipo de snack ao Lourenço desde os 7 meses. No início tinha cuidado em deixar tudo moído para ele não se engasgar (sem pedaços de frutos secos por exemplo), e moldava de forma a que ele conseguisse agarrar sozinho e levar à boca. Ainda me lembro dos olhos dele a brilhar da primeira vez que provou uma! 

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    Snacks

    Ao longo do dia vou perguntando se ele quer comer alguma coisa. Neste dia, entre as 4 refeições normais diárias (pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar) comeu ainda uma banana, uma maçã, bagas goji e amoras brancas. É uma delícia vê-lo a devorar goji e amoras brancas. Também ficam derretidos ao ver os vossos piolhos a comer?

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    Jantar

    Ao jantar comeu umas colheres de sopa e depois comeu o mesmo que nós, uma jardineira vegan com ervilhas, feijão verde, cogumelos, batata, cenoura e tomate. Este prato tinha três alimentos que ele adora: batata, ervilhas e cogumelos. E claro que foi um sucesso.

     

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    Bebidas

    Ao longo do dia o Lourenço bebe apenas água. Evito oferecer-lhe sumos porque prefiro que ele coma a fruta inteira. No entanto, ele adora aqueles pacotinhos de fruta e vegetais e quando estamos fora de casa costumamos levar porque é prático. Em casa é raro pedir. Escolho sempre pacotinhos apenas com fruta e/ou vegetais, sem açúcar adicionado, concentrados ou afins. E preferencialmente biológicos.

    Quero começar a explorar os batidos mas até agora não se mostrou muito interessado. Mais uma vez, é importante caminhar nesta jornada ao ritmo de bebé. É ele que está a aprender a comer e a descobrir este mundo. 🙂 

     

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    E termina assim o primeiro “What i eat in a day” do Lourenço. Espero que tenham gostado deste post e que consigam retirar daqui ideias para as refeições dos vossos pequenos. Não se esqueçam de variar ao máximo aquilo que oferecem aos vossos filhos e preferir sempre alimentos inteiros, não processados, e saudáveis. Acima de tudo, divirtam-se nesta jornada e estejam atentos aos seus sinais. 

     

    Se tiverem dúvidas sobre o que partilhei aqui ou quiserem que aborde outros temas, deixem o vosso comentário abaixo.

     

    Até breve!

  • É fácil ser vegan em Espanha? :: a experiência destas férias de verão

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    Pelo segundo ano consecutivo desde que o Lourenço nasceu, escolhemos a costa do sul de Espanha como destino para as férias de verão. Fizemos a viagem de carro, com uma paragem de uma noite em Sevilha tanto na ida como na volta. Este ano ficamos em Finestrat, uma pequena vila com uma montanha lindíssima situada ao lado de Benidorm. Alugámos um apartamento central, num condomínio com piscina e a 200m da praia (através do Airbnb), com o objetivo de fazer a maioria das refeições em casa e pegar no carro apenas quando fosse necessário, visto que teriamos acesso ao essencial – aquelas praias de mar quentinho – a pé.

     

    Antes de ir de férias escrevi este artigo com algumas dicas para fazer uma alimentação vegan, saudável (e económica) nas férias, com um bebé na equação. Sim, porque viajar com um bebé muda toda a perspetiva das coisas. 🙂 Já de volta a casa, escrevo hoje este post para vos falar da nossa experiência no que diz respeito à alimentação vegan em Espanha: curiosidades, as dificuldades que sentimos, os restaurantes onde comemos e outras dicas.  Antes de começar, posso adiantar já que esse pequeno guia que partilhei revelou ser novamente uma excelente ajuda! 

     

    Sevilha

    Em Sevilha ficámos hospedados em hotéis no centro da cidade e tivemos de fazer todas as refeições fora. Não cheguei a questionar os espaços sobre as opções nos seus restaurantes porque pessoalmente não sou fã de almoçar ou jantar nos hotéis onde estou hospedada. Gosto de conhecer os sítios mais característicos, falados ou inesperados, enquanto exploramos a cidade. 

    Através da aplicação Happy Cow (é gratuita, aconselho a fazerem o download se estiverem a pensar ir para fora!) tivémos acesso a uma série de restaurantes vegan ou com opções. Dos que conhecemos, destaco o La Bartola, o La Huerta 9 e o Habanita (não estivemos neste último desta vez mas já tinhamos experimentado o ano passado e é ótimo). Descobrimos também um restaurante que não vinha mencionado na aplicação e que se revelou uma boa surpresa, a pizzaria La Mia Tana, que tinha pizzas e massas veganas no menu e que nos safou o almoço de domingo, em que não encontrávamos nada aberto. 

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    Granada 

    Estivemos também em Granada de passagem e aqui as opções são também muitas e boas. Usámos novamente a app mas o restaurante que escolhemos não tinha mesas disponíveis. Contudo, demos com uma rua no centro da cidade repleta de restaurantes vegan, sem glúten e saudáveis. Entrámos no El Piano, um restaurante vegano e sem glúten, onde comi a melhor tortilha espanhola de sempre, acompanhada com um arroz integral com cogumelos e pimentos. 

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    Finestrat 

    Se em Sevilha e Granada foi fácil encontrar espaços com opções para o nosso estilo de vida, o mesmo já não se pode dizer em relação a Finestrat e Benidorm. Para além de não termos encontrado restaurantes exclusivamente veganos ou vegetarianos, também não foi tarefa fácil encontrar opções nos restaurantes existentes. A melhor que encontrámos foi a Paella Valenciana, um prato típico desta região. Alguns restaurantes tinham no menu (ou faziam a pedido) uma paella de verduras. Para além disto, e a não ser que quisessemos alimentar-nos de Patatas Bravas all day long (e mesmo nestas têm de pedir para vir sem o alioli), a oferta era pouca ou inexistente. Ficou a certeza de termos feito uma boa escolha ao alugar um apartamento onde pudessemos cozinhar as nossas refeições, poupando também a carteira. 

     

    Preços

    As refeições em Sevilha e Granada ficam a um preço acessível, principalmente se fizerem como nós e escolherem tapas ou media ración (meio prato) para partilharem. Eu sou fã deste conceito pois assim experimentamos uma série de iguarias diferentes na mesma refeição. O máximo que pagámos por uma refeição rondou os 30€ para duas pessoas e meia (o Lourenço quase não conta ahah), no restaurante La Bartola (Sevilha), o mais caro dos que mencionei neste post. Em Granada, apesar de ter conhecido pouco, fiquei com a ideia de que os preços médios praticados nos restaurantes são inferiores a Sevilha. 

    Perto da praia os preços disparam, por isso em Finestrat (e mais ainda em Benidorm) as refeições podem ficar bem mais caras em restaurantes. 

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     Acharam este post útil? Deixem a vossa opinião ou questão na caixa de comentários. 🙂 

     

     Até breve!

  • Roteiro vegan no Porto – Parte II: 5 restaurantes que tens de conhecer já!

     

    Na parte II do meu roteiro vegan no Porto, convido-vos a conhecer cinco espaços na cidade para comer bem. Desde fast food a cozinha gourmet, este pequeno guia tem um pouco de tudo! Diversidades à parte, todos estes restaurantes têm um ponto em comum: a qualidade da comida que servem.

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    Na semana passada publiquei a primeira parte do meu roteiro vegan no Porto, com um resumo do Veggie Fest, o festival vegetariano que decorreu nos dias 5 e 6 de Maio, e onde tive o prazer de participar, com um showcooking de receitas do livro “A Cozinha Verde”

    Hoje trago-vos a segunda parte deste roteiro, com uma seleção de restaurantes a não perder na vossa próxima visita à invicta! No entanto, importa referir que esta é uma pequena amostra, já que o Porto se apresentou repleto de novos restaurantes vegetarianos. Mas a maior surpresa foi sem dúvida ter encontrado vários restaurantes tradicionais com opções vegan no menu! Grande parte do mérito deste fenómeno é da Aliança Animal, que criou o programa “E o seu restaurante, já tem?”, com o objetivo de implementar menus vegetarianos em espaços de restauração convencionais, dando o auxílio necessário durante todo o processo. Encontram um desses espaços nas próximas linhas deste post, onde tive o prazer de saborear a melhor francesinha vegan que alguma vez comi (e já tinha experimentado algumas)!

    Como vos disse aqui, estive poucos dias pelo Porto e como viajei em trabalho, não tive tempo suficiente para conhecer tudo o que levava apontado no meu bloco de notas. E aqui tenho de agradecer aos meus queridos seguidores nortenhos, por todas as dicas que me deram! Foi muito difícil fazer uma seleção, portanto parece-me que este roteiro não vai ficar por aqui. 🙂 

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    Roteiro vegan no Porto – Parte II: 5 restaurantes que tens de conhecer já!

     

     Casanova 691 – A famosa Francesinha

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    Chegados ao Porto já pela hora de jantar, nada melhor do que ir comer uma… Francesinha!! Já tinha experimentado algumas boas versões vegan, mas esta foi sem dúvida a melhor! 

    Este espaço, embora não sendo vegetariano, aderiu ao programa da Aliança Animal, e tem agora um menu apto para vegetarianos (100% vegetal), com vários pratos deliciosos e sobremesas (fiquei com pena de não conseguir experimentar o crepe no final, mas ficará sem dúvida para uma próxima oportunidade). 

     

    Hand´Go Take Away – Pizza para levar para casa

    Como o tempo era curto e ficamos alojados num apartamento através da Airbnb, optámos por fazer algumas refeições em casa. Já tinha ouvido falar muito bem das pizzas vegan do Hand’Go e agora posso confirmar: são deliciosas! Este é um espaço pequeno, localizado no centro do Porto, com uma boa oferta de pizzas 100% vegetais. Para além disso, ainda fazem crepes com vários recheios à escolha! Com um conceito de take away, esta é uma excelente alternativa para aqueles dias em que não temos tempo para cozinhar e nos apetece fast food

     

    Lupin – Restaurante 100% vegetariano

    Estivemos neste restaurante em Fevereiro, aquando da apresentação do meu livro no Porto. Estava cheio quando chegámos, mas acabámos por conseguir uma mesa para jantar. O restaurante é 100% vegetariano, a comida é deliciosa e o ambiente convida a uma boa conversa. Vale a pena a visita!

     

    Pé de Arroz – Buffet variado e delicioso

    Tal como o caso anterior, experimentei o buffet de almoço do restaurante Pé de Arroz (em Matosinhos) na minha ida à invicta no início deste ano. Apesar de preferir restaurantes à carta, este local entrou logo para a minha lista de restaurantes preferidos! O espaço é super giro, o atendimento amável e eficaz e o mais importante: a comida é deliciosa! O buffet é muito variado quando comparado com outros espaços e a comida é simples mas bem confeccionada, caseira e reconfortante. 

     

    Em Carne Viva – o melhor almoço de aniversário 

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    Para terminar em grande, apresento-vos o restaurante vegetariano mais fancy e gourmet do Porto. Localizado num edifício histórico na famosa Avenida da Boavista, esta foi a minha escolha para o almoço do meu dia de aniversário, no nosso último dia na cidade. Já lá tinha estado há alguns anos, pouco tempo depois de ter mudado a minha alimentação e estilo de vida (foi o primeiro restaurante vegetariano que experimentei no Porto) e as recordações que tinha eram as melhores. Alguns anos volvidos, o “Em Carne Viva” voltou a surpreender-me, com uma verdadeira experiência para todos os sentidos. O Lourenço adorou o espaço, e descobriu um “jardim secreto” de onde não queria sair. Muito amavelmente, a senhora que nos estava a servir disponibilizou-se para tomar conta do pirralho, que não nos deixava parar na mesa um segundo. Desta forma, ainda conseguimos aproveitar parte do nosso almoço a dois, sem interrupções de segundo a segundo (quem tem filhos pequenos vai certamente compreender a felicidade que é poder relaxar num restaurante e degustar a refeição com uma certa calma). 

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    Espero que tenham gostado das minhas sugestões! Tenho intenção de voltar ao Porto em breve, por isso sintam-se à vontade para mencionar os vossos restaurantes preferidos na caixa de comentários. 🙂

     

    Até breve,

     

    Filipa

  • O desafio de viver a fazer aquilo que gostamos.

    Há quatro anos atrás, criei A Cozinha Verde com uma missão muito clara na minha cabeça: inspirar outros para uma vida mais saudável, mais compassiva e mais consciente. Queria ajudar a mudar mentalidades, através da minha própria experiência pessoal e, principalmente, da comida. Não comecei logo com os workshops e formações. Inicialmente, o contacto com o “público” acontecia principalmente através do serviço de entrega de refeições vegetarianas ao domicílio, que mantive sempre até hoje. 

     

    Por isso, quando surgiu a possibilidade de começar a ministrar workshops de cozinha, na altura com o Celeiro, não sabia bem o que esperar. Pensei que seria uma experiência passageira. Não foi. Hoje, o foco do meu negócio está no contacto com as pessoas. Descobri que ensinar me apaixonava ainda mais do que cozinhar entre quatro paredes. Descobri que juntar as duas coisas me enchia o coração por completo. A partir daí, nunca mais parei. Workshops, talks, formação para empresas, cursos particulares, eventos.

     

    Dá-me um gozo enorme criar este tipo de experiências e partilhar com vocês aquilo que me move: a paixão pela cozinha saudável e por um  estilo de vida vegan.  Esta é a minha forma de chegar até vocês. É a minha forma de plantar a semente. Como costumo dizer, é a minha forma de ativismo. E ver isto crescer. Bem, ver isto crescer deixa-me sem folgo. Sem palavras. E realizada. Muito realizada. 

     

    Hoje, com um primeiro livro editado, o sentimento de gratidão é ainda maior. Saber que a minha mensagem irá chegar mais facilmente a cada um de vocês, enche-me de orgulho. 

     

    Não vou mentir e dizer que foi fácil chegar até aqui. E por aqui entenda-se viver do meu trabalho com A Cozinha Verde. Foi um processo lento e desafiante a muitos níveis. Ensinou-me a ser mais paciente, mais organizada e mais focada, entre tantas outras coisas. Se alguma vez pensei em desistir? Não. Nem durante as piores alturas. NUNCA pensei em desistir. E acho que foi esta persistência, este amor sincero pelo meu trabalho, que me permitiu chegar aqui. 

     

    Não sei o dia de amanhã, mas também não o temo. Procuro sim saborear o dia de hoje, retirar o maior prazer daquilo que faço. Hoje. Amanhã é outro dia. Outro começo. Outro desafio.

     

     

  • Lançamento do livro na FNAC

    O lançamento e apresentação em Lisboa

     

    No passado dia 27 de Janeiro foi o lançamento e apresentação do meu livro em Lisboa. Não podia ter imaginado melhor. Enchemos a Fnac Colombo e estou tão mas tão feliz com o vosso feedback e apoio! 

     

    Foram umas horas muito bem passadas. Antes do lançamento e apresentação, ainda houve espaço para um show cooking com duas receitas! Depois de relaxar um bocadinho a fazer aquilo que mais gosto, era hora de dar início ao lançamento e devida apresentação do livro. 

     

     

     

    Os meus convidados – André Silva, também prefaciante do livro e deputado do PAN e Darchite Kantelal, nutricionista, brindaram-nos com a melhor apresentação de sempre! Foi um prazer e uma honra partilhar com eles este momento tão importante para mim. 

     

    Um agradecimento especial ao grande Mário Cerdeira pelo excelente trabalho de fotografia que encontram nas receitas deste livro. Porque sim, “os olhos também comem” e este livro nunca teria o mesmo resultado e impacto sem as excelentes fotografias que ilustram cada uma das 60 receitas.

     

    Obrigada  Nascente editora, por me terem dado o espaço e condições necessárias para fazer este projeto nascer e por todo o apoio.

     

    Obrigada também à família e amigos presentes, foi muito importante para mim poder partilhar este dia com todos vocês!

     

    Last but not least… Obrigada a todos os meus leitores/seguidores/clientes, os que foram e os que não foram, mas que acompanham o meu trabalho.  Estou verdadeiramente feliz com este novo capítulo da minha vida!

     

     

     

     

     

     

    Agora é a vez do Porto! 🙂 No dia 10 de Fevereiro vou rumar a norte para um Show cooking & Lançamento do livro, na  Fnac Norte Shopping, às 16h! A entrada é gratuita e tem degustação incluída, espero por vocês para partilharem comigo mais um momento muito especial. 

     

    Até já!

  • O meu primeiro livro!

    Brownie de Batata Doce-4©MárioCerdeira.jpg

    Ontem, depois de revelar nas redes sociais a chegada do meu primeiro livro, adormeci de coração cheio. Foram tantas as mensagens de carinho da vossa parte, acho que não estava preparada para um feedback tão positivo e caloroso!

     
    Quero agradecer-vos, de coração, todo o apoio, todas as partilhas e todas as mensagens lindas! Este livro foi pensado, da primeira à última página, para vos inspirar para uma vida mais saudável, ética e ecológica. A começar no prato.
     
    É o resultado da minha experiência pessoal e de todo o trabalho que tenho vindo a desenvolver com A Cozinha Verde, desde 2013.
     
    O livro com tudo o que precisam de saber sobre a mudança para uma alimentação 100% vegetal e um estilo de vida vegan. Inclui 60 receitas deliciosas e simples, captadas pela lente do talentoso fotógrafo Mário Cerdeira.

    O livro inclui ainda um prefácio muito especial, da autoria do André Silva, deputado e porta-voz do PAN, cujo trabalho tanto admiro.

    Estou muito feliz com o resultado final. Espero que gostem!
     
    O lançamento em Lisboa terá lugar  na FNAC do Colombo, no dia 27 de Janeiro às 17h! A vossa presença neste dia é muito importante para mim. Afinal de contas, agora a minha cozinha verde é vossa também!!

    À venda a 22 de Janeiro.
    Editora Nascente